E parece que sobrevivi à idade do Jesus...
12/09 01:50
Cá estou, pois é.
Já com 34.
Há um ano atrás pedia que este ano me corresse bem.
A piada, a ironia e a coincidência é que foi mesmo no último dia.
Liberta de alguma amarra, sem nenhum nome ao meu lado.
Finalmente.
Mas custou.
Mas também é certo e tou habituada a que as coisas sejam assim comigo... o que custa mais, sabe melhor.
Tou tão tranquila. É estranho, é novo.
Agora, em primeirissímo lugar, obrigada aos meus Pais.
Obrigada pelos apelos ouvidos, pela ajuda que só eu sinto. Por continuarem a ser a coisa mais linda deste mundo (deste e desse).
Obrigada ao mano, claro, porque é a minha força. Diária.
Obrigada à Raquel, porque além de fazer o meu irmão e sobrinhos felizes, me ajudou, quando estava no escuro.
Obrigada aos meus amigos. Muito. Sónia, Sílvia, Sandra, Zélia, Zé Alex, David, Ângela, Gera, Miguel, Beta, Carla, Carlos, Rui Leitão...
A ti, Sónia, que os demais não me levem a mal, um obrigado da alma. Do coração. De toda eu. És a minha mulher das pilhas, da bateria, das velas.
A tranquilidade que me absorve é tão intensa que a estranho, juro.
Amanhã vou receber o vosso miminho, Pais.Mais uma vez, é tão triste vocês não estarem cá amanhã.
Para o mimo ser à séria. E sentir-vos e abraçar-vos e ter esse calor só vosso, essas mãos, a vossa voz.
Mas é o segundo ano e ainda não me habituei.
Mas faremos um brinde, todos. amanhã.Ao meu novo ano. 34.
Os 33 foram dificies, custosos, doridos, magoados, com tanta berlaitada...
Mas berlaitada hoje, amigos amanhã. São tão bons, Pais, os meus amigos. São a minha força, para além do Rui e dos putos.
O Zézinho, então....... meu Deus... Olha, que Este e vocês todos o guardem e ajudem, porque ele só merece as coisas boas da vida, sinceramente.
Gajo como aquele, não há.
A solidão dói, Dói mesmo e não tenho remédio para isso.
Mas vou tentar, sempre que puder, ser feliz, nestes 34.
Prometo.
Não deixem é de estar ao meu lado, de me deixarem sentir-vos.
Fazem-me tanta falta.Ajudem-me a sentir-me feliz e orgulhosa, por mim e por vocês.
Parabéns a mim.
E aos Pais mais lindos do mundo inteiro. Obrigada por me terem ajudado nesta guerra, que finalmente hoje ganhei.
E obrigada por serem meus Pais e por me terem feito.
Por terem feito a mulher que sou. Só me falta um cadinho de força, para voltar à mesma João. (à mesma não voltarei, sem vocês cá) Mas à João que sou.
Ajudem-me nisso, também.Um beijinho aos meus Avós todos, especialmente ao Avô Abreu.
Ao Sr. Mário À D. Maria. A tantos....
A vocês, meus queridos Pais, Parabéns, já são 34...! E que filha!
Pena não estarem cá em baixo, mas vida é assim mesmo. Vocês estão bem. Isso é que interessa.Obrigada por tudo.
A todos, vivos e mortos.
E a João nasceu de novo, aos 34 anos.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Um dia... antes do outro...
Aiiiiiii....
O turbilhão que vai pr'aqui vai, nem imaginam.
Mas apenas aqui venho falar com Vocês, meus Pais.
Peço que estejam perto de mim, juntinho a mim e que vos consiga sentir.
Estão a ser uns dias difíceis, mas a malta aguenta-se, melhor ou pior, não é Pai?
Depois de amanha já me faz ter um nó no estomago que sei lá.....
Vai, se Deus e Vocês quiserem, vai correr bem.
E a minha vida há-de ser o que eu quiser, como diz uma canção.
O 12, o sábado, é que é pior.
Vocês não estão cá. Outra vez.
E a cada ano, a vossa ausência vai ser certa.Fazem-me tanta falta, nesta altura.
Caraças.
Bolas, que estupidez... Se o ano passado não vieram, este ano já devia estar mais habituada.
MAS NÃO ESTOU.
Mas sou tinóni, dahhhh.... E tou numa altura difícil (não, não é a TPM).
É muita coisa junta. Por isso me fazem mais falta.
Preciso da vossa força, do vosso ânimo, da vossa coragem. Porra, vou finalmente dar um rumo à minha vida, seja ele qual for, mas meu, apenas e só.
E lutei tanto por isto que nem acredito que se vai concretizar.
Só depois de amanhã à tarde é que sei...E depois vocês não estão cá.
Para me abraçar. Para dizerem "filha", "Jokinhas", enfim, essas coisas. Não vou ter as vossas mãos, os vossos abraços, os vossos sorrisos, a vossa alegria, o vosso mimo.
Que me faz tanta falta. Se faz, caramba. Caramba.
Mas vai ter que ser assim para sempre, né? Diz que sim. Desculpem - dassssssssssse!
A solidão é fodida (desculpem outra vez, mas é isso mesmo).
Mas é este o meu trilho, não é? Assim alguém quis. Com certeza. Trilharei. Mas não sei se serei capaz. Mas prometo que continuarei a tentar. A lutar.
Agora só quero mesmo sentir-vos. Sentir os meus anjinhos.
Todos. O Avô Abreu, a Avó Aidita, sem desprimor dos outros.Fiquem perto de mim.
Agarrem-me, empurrem-me, levem-me.
Pai e Mãe. Que saudades. A falta que me fazem. A falta que me fazem para me sentir alguém de jeito.
Alguém apenas.
Fiquem pertinho.
Falo com vocês antes dos 34 ou logo a seguir.
Mas fiquem perto, deixem-me sentir-vos. Preciso mesmo disso.
Um pedido da vossa filha, coisa mai linda, FILHA.
Que saudades, meu Deus.
O turbilhão que vai pr'aqui vai, nem imaginam.
Mas apenas aqui venho falar com Vocês, meus Pais.
Peço que estejam perto de mim, juntinho a mim e que vos consiga sentir.
Estão a ser uns dias difíceis, mas a malta aguenta-se, melhor ou pior, não é Pai?
Depois de amanha já me faz ter um nó no estomago que sei lá.....
Vai, se Deus e Vocês quiserem, vai correr bem.
E a minha vida há-de ser o que eu quiser, como diz uma canção.
O 12, o sábado, é que é pior.
Vocês não estão cá. Outra vez.
E a cada ano, a vossa ausência vai ser certa.Fazem-me tanta falta, nesta altura.
Caraças.
Bolas, que estupidez... Se o ano passado não vieram, este ano já devia estar mais habituada.
MAS NÃO ESTOU.
Mas sou tinóni, dahhhh.... E tou numa altura difícil (não, não é a TPM).
É muita coisa junta. Por isso me fazem mais falta.
Preciso da vossa força, do vosso ânimo, da vossa coragem. Porra, vou finalmente dar um rumo à minha vida, seja ele qual for, mas meu, apenas e só.
E lutei tanto por isto que nem acredito que se vai concretizar.
Só depois de amanhã à tarde é que sei...E depois vocês não estão cá.
Para me abraçar. Para dizerem "filha", "Jokinhas", enfim, essas coisas. Não vou ter as vossas mãos, os vossos abraços, os vossos sorrisos, a vossa alegria, o vosso mimo.
Que me faz tanta falta. Se faz, caramba. Caramba.
Mas vai ter que ser assim para sempre, né? Diz que sim. Desculpem - dassssssssssse!
A solidão é fodida (desculpem outra vez, mas é isso mesmo).
Mas é este o meu trilho, não é? Assim alguém quis. Com certeza. Trilharei. Mas não sei se serei capaz. Mas prometo que continuarei a tentar. A lutar.
Agora só quero mesmo sentir-vos. Sentir os meus anjinhos.
Todos. O Avô Abreu, a Avó Aidita, sem desprimor dos outros.Fiquem perto de mim.
Agarrem-me, empurrem-me, levem-me.
Pai e Mãe. Que saudades. A falta que me fazem. A falta que me fazem para me sentir alguém de jeito.
Alguém apenas.
Fiquem pertinho.
Falo com vocês antes dos 34 ou logo a seguir.
Mas fiquem perto, deixem-me sentir-vos. Preciso mesmo disso.
Um pedido da vossa filha, coisa mai linda, FILHA.
Que saudades, meu Deus.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
E esta é a última entrada sem ser aqui... mas triste, claro....
Mais um dia daqueles
01/09 21:05
Um dia daqueles que não sabe nada bem. Que me fazem pensar todo o dia, durante o trabalho, que só quero que chegue a hora de chegar a casa. E depois chego a casa e tá tudo na mesma. Estou na mesma. Sinto o mesmo. Ou melhor, não sinto nada. Isso é que é o pior. É não sentir nada. É chegar a casa e pensar como de manhã, quando me levanto, para quê isto tudo? Porquê? Para quê? Para onde? Estou quase a atingir uma meta que me fez crer e viver até aqui. Tenho o mesmo trabalho que me recompensa - recompensava. Tenho as mesmas coisas. E porquê este sentido sem sentido? Porquê perguntar o que faço aqui? Porquê perguntar porquê? No trabalho, sou eficiente, sim. Mas apenas. Passam por mim e não me veêm. Em casa... um gato espera que lhe dê de comer. E que mais? Daí perguntar porquê e para quê. É uma pergunta justa. Já que não encontro em lado nenhum a resposta. E também ninguém me sabe responder. Gostava de sair de mim e ver-me do alto. E ver que tenho um trabalho, uma casa, um gato. E que mais tenho? Que vontades, desejos, ambições? Népia. Daí perguntar porquê e para quê. E depois até ía mostrando, para os demais, força e assim, mas agora tá mesmo difícil. Já nem isso consigo. Sou uma fraquinha. E já nem consigo disfarçar. Caraças, tá a chegar o dia que mais anseio desde outubro, com um esforço tão grande, mas consegui. E tou feliz por isso. E feliz porque te tenho a ti e a ti e a ti e a ti. Isto devia fazer-me ter vontade para o agora, para o amanhã, mas não faz. Sinto-me em sistema automático, em cruise control. Acordo porque tenho que acordar. Vou porque tenho que ir. Estou lá, porque convém estar. Volto, porque sim. E estou. Porquê? Porque sim? Que sim? Porquê? Isto não tá a fazer nenhum sentido, a minha vida. Ainda por cima quando tenho coisas boas à espera, e a curto prazo, e vou finalmente dar o tal grito, numa delas. Noutra nem por isso porque vou ficar mais velha. Mas vou ter quem gosta de mim ao meu lado. E por cima, também. Feliz e infelizmente, por mais estúpido que isto seja. Isto costuma carregar mais rápido, mas desta vez, acho que o carregador não tá bom. Não tá fácil. Mandem-me uma laterna. Um candeeiro a petróleo, uma luzinha, que isto não tá fácil.
01/09 21:05
Um dia daqueles que não sabe nada bem. Que me fazem pensar todo o dia, durante o trabalho, que só quero que chegue a hora de chegar a casa. E depois chego a casa e tá tudo na mesma. Estou na mesma. Sinto o mesmo. Ou melhor, não sinto nada. Isso é que é o pior. É não sentir nada. É chegar a casa e pensar como de manhã, quando me levanto, para quê isto tudo? Porquê? Para quê? Para onde? Estou quase a atingir uma meta que me fez crer e viver até aqui. Tenho o mesmo trabalho que me recompensa - recompensava. Tenho as mesmas coisas. E porquê este sentido sem sentido? Porquê perguntar o que faço aqui? Porquê perguntar porquê? No trabalho, sou eficiente, sim. Mas apenas. Passam por mim e não me veêm. Em casa... um gato espera que lhe dê de comer. E que mais? Daí perguntar porquê e para quê. É uma pergunta justa. Já que não encontro em lado nenhum a resposta. E também ninguém me sabe responder. Gostava de sair de mim e ver-me do alto. E ver que tenho um trabalho, uma casa, um gato. E que mais tenho? Que vontades, desejos, ambições? Népia. Daí perguntar porquê e para quê. E depois até ía mostrando, para os demais, força e assim, mas agora tá mesmo difícil. Já nem isso consigo. Sou uma fraquinha. E já nem consigo disfarçar. Caraças, tá a chegar o dia que mais anseio desde outubro, com um esforço tão grande, mas consegui. E tou feliz por isso. E feliz porque te tenho a ti e a ti e a ti e a ti. Isto devia fazer-me ter vontade para o agora, para o amanhã, mas não faz. Sinto-me em sistema automático, em cruise control. Acordo porque tenho que acordar. Vou porque tenho que ir. Estou lá, porque convém estar. Volto, porque sim. E estou. Porquê? Porque sim? Que sim? Porquê? Isto não tá a fazer nenhum sentido, a minha vida. Ainda por cima quando tenho coisas boas à espera, e a curto prazo, e vou finalmente dar o tal grito, numa delas. Noutra nem por isso porque vou ficar mais velha. Mas vou ter quem gosta de mim ao meu lado. E por cima, também. Feliz e infelizmente, por mais estúpido que isto seja. Isto costuma carregar mais rápido, mas desta vez, acho que o carregador não tá bom. Não tá fácil. Mandem-me uma laterna. Um candeeiro a petróleo, uma luzinha, que isto não tá fácil.
O mano..... os 41....
Amanhã é segunda...
30/08 20:03
E ontem o mano fez anos e não vos vim cá escrever. Mas compreendam, e desculpem.O meu mano é o maior. Afinal não tive um Pai, tive dois. Obrigada, Rui. E desculpa.Nunca saias de perto de mim. Nunca mais.Vocês que estão do alto, devem estar mais felizes que nunca.Obrigada por tudo o que têm feito, ajudado, iluminado.Continuo a sentir tanto a vossa falta.... É incrível.E duas datas de aproximam, e vou precisar de ser forte e de vos sentir pertinho de mim.Fiquem, por favor.Amo-vos tanto a todos, e tenho tantas saudades, de vocês que já não vos vejo.Continuem a torcer por mim, que sou capaz de chegar lá. E ser o vosso orgulho. O meu orgulho.Obrigada por me ajudarem neste caminho.
30/08 20:03
E ontem o mano fez anos e não vos vim cá escrever. Mas compreendam, e desculpem.O meu mano é o maior. Afinal não tive um Pai, tive dois. Obrigada, Rui. E desculpa.Nunca saias de perto de mim. Nunca mais.Vocês que estão do alto, devem estar mais felizes que nunca.Obrigada por tudo o que têm feito, ajudado, iluminado.Continuo a sentir tanto a vossa falta.... É incrível.E duas datas de aproximam, e vou precisar de ser forte e de vos sentir pertinho de mim.Fiquem, por favor.Amo-vos tanto a todos, e tenho tantas saudades, de vocês que já não vos vejo.Continuem a torcer por mim, que sou capaz de chegar lá. E ser o vosso orgulho. O meu orgulho.Obrigada por me ajudarem neste caminho.
Farias, fizeste anos, Mami
E mais um ano que não te dou os parabéns ao vivo
23/07 00:22
Mas canto para ti.Falta um minuto. Para te ligar, como sempre.Mais um ano, Mami.Parabéns, Mamã. Um beijo daqueles. Um abraço daqueles. Um amor daqueles.Não queria chorar porque é o teu dia, mas custa, tu entendes. A Marlene manda muitos, muitos, beijos. E uma das florinhas que amanhã/hoje te vou dar, é dela. Só dela. Ela gosta muito de ti, tu sabes.A Sílvia também te manda um beijinho. E eu também. Mas de onde tu estás, tudo vês, tudo sentes. E sabes que estas lágrimas são apenas porque não te posso ligar agora, não te posso ir dar um beijo e uma prenda, como sempre. Nem ligar ao Rui, para o lembrar do teu aniversário - ele agora já sabe.E onde tu estás, estás bem. Que eu sei. Com o meu Pai e o Vovô e os outros todos mais que tudo para ti. Tás juntinha à tua Mãe, o que para ti deve ser tão bom. Como eu te ter aqui agora ou como te tive tanto.Feliz aniversário, Mãe.Mãe mais linda do mundo inteiro. A coisa mais linda que eu tinha. Tenho, mas já não te consigo tocar.Sente o meu amor, a minha saudade, a minha dor e ao mesmo tempo o meu suspiro de alívio. Só tu e poucos mais perceberão porquê. Mas, no fundo, dava tudo para te ter aqui agora. Mas foi melhor assim. Ainda por cima porque estão todos aí em paz.Todas as minhas estrelinhas. Há um ano, pintava o hall... continua lindo.E hoje aqui estou, com o mesmo peso no coração, o mesmo ardor, a mesma chama, a mesma faca.Mas tou bem, Mamã. Com muita falta de ti, mas a tentar estar bem.Um beijinho.Muitos.Não sei como ando cá sem vocês, mas afinal ando.Porque vocês estão aí, a guiar e a ajudar-nos.Que o façam sempre. Como sempre vos amarei.Sou muito orgulhosa de ser tua filha, Mãe. Mesmo.Espero que seja igual para ti. Será, com certeza.23 de Julho. Tinha de chegar. E para o ano há mais e mais e mais e mais.Parabéns, minha Mãe. Um dia muito, muito feliz.Levo-te a prenda logo.Agora, acendo um cigarro e bebo uma jola - para ti.Amo-te muito, Mãe.Deixo-te uma música (em inglês, mas deve haver aí quem traduza.... tipo Wtuthan Histen... :) "Nos braços de um anjo"In the arms of an angel"Spend all your time waiting for that second chance For the break that will make it okThere's always some reason to feel “not good enough‿ And it's hard at the end of the day I need some distraction, oh beautiful release Memories seep from my veins They may be empty and weightless, and maybe I'll find some peace tonight In the arms of an Angel, fly away from here From this dark, cold hotel room, and the endlessness that you fear You are pulled from the wreckage of your silent reverie You're in the arms of an Angel; may you find some comfort here So tired of the straight line, and everywhere you turn There's vultures and thieves at your back The storm keeps on twisting, you keep on building the lies That you make up for all that you lack It don't make no difference, escaping one last time It's easier to believe In this sweet madness, oh this glorious sadness That brings me to my knees In the arms of an Angel, far away from here From this dark, cold hotel room, and the endlessness that you fear You are pulled from the wreckage of your silent reverie In the arms of an Angel; may you find some comfort here"E Parabéns.E obrigada por seres minha Mãe.
23/07 00:22
Mas canto para ti.Falta um minuto. Para te ligar, como sempre.Mais um ano, Mami.Parabéns, Mamã. Um beijo daqueles. Um abraço daqueles. Um amor daqueles.Não queria chorar porque é o teu dia, mas custa, tu entendes. A Marlene manda muitos, muitos, beijos. E uma das florinhas que amanhã/hoje te vou dar, é dela. Só dela. Ela gosta muito de ti, tu sabes.A Sílvia também te manda um beijinho. E eu também. Mas de onde tu estás, tudo vês, tudo sentes. E sabes que estas lágrimas são apenas porque não te posso ligar agora, não te posso ir dar um beijo e uma prenda, como sempre. Nem ligar ao Rui, para o lembrar do teu aniversário - ele agora já sabe.E onde tu estás, estás bem. Que eu sei. Com o meu Pai e o Vovô e os outros todos mais que tudo para ti. Tás juntinha à tua Mãe, o que para ti deve ser tão bom. Como eu te ter aqui agora ou como te tive tanto.Feliz aniversário, Mãe.Mãe mais linda do mundo inteiro. A coisa mais linda que eu tinha. Tenho, mas já não te consigo tocar.Sente o meu amor, a minha saudade, a minha dor e ao mesmo tempo o meu suspiro de alívio. Só tu e poucos mais perceberão porquê. Mas, no fundo, dava tudo para te ter aqui agora. Mas foi melhor assim. Ainda por cima porque estão todos aí em paz.Todas as minhas estrelinhas. Há um ano, pintava o hall... continua lindo.E hoje aqui estou, com o mesmo peso no coração, o mesmo ardor, a mesma chama, a mesma faca.Mas tou bem, Mamã. Com muita falta de ti, mas a tentar estar bem.Um beijinho.Muitos.Não sei como ando cá sem vocês, mas afinal ando.Porque vocês estão aí, a guiar e a ajudar-nos.Que o façam sempre. Como sempre vos amarei.Sou muito orgulhosa de ser tua filha, Mãe. Mesmo.Espero que seja igual para ti. Será, com certeza.23 de Julho. Tinha de chegar. E para o ano há mais e mais e mais e mais.Parabéns, minha Mãe. Um dia muito, muito feliz.Levo-te a prenda logo.Agora, acendo um cigarro e bebo uma jola - para ti.Amo-te muito, Mãe.Deixo-te uma música (em inglês, mas deve haver aí quem traduza.... tipo Wtuthan Histen... :) "Nos braços de um anjo"In the arms of an angel"Spend all your time waiting for that second chance For the break that will make it okThere's always some reason to feel “not good enough‿ And it's hard at the end of the day I need some distraction, oh beautiful release Memories seep from my veins They may be empty and weightless, and maybe I'll find some peace tonight In the arms of an Angel, fly away from here From this dark, cold hotel room, and the endlessness that you fear You are pulled from the wreckage of your silent reverie You're in the arms of an Angel; may you find some comfort here So tired of the straight line, and everywhere you turn There's vultures and thieves at your back The storm keeps on twisting, you keep on building the lies That you make up for all that you lack It don't make no difference, escaping one last time It's easier to believe In this sweet madness, oh this glorious sadness That brings me to my knees In the arms of an Angel, far away from here From this dark, cold hotel room, and the endlessness that you fear You are pulled from the wreckage of your silent reverie In the arms of an Angel; may you find some comfort here"E Parabéns.E obrigada por seres minha Mãe.
VÔÔÔÔÔ!!!!
Avô Artur, o derradeiro adeus10/07 23:51
Hoje és mesmo só mais uma lembrança.Depois desta manhã, és mesmo só uma lembrança. Carinhosa, meiga, doce, preocupada comigo.Obrigada pela coragem que me deste (ou que me deram ou já cá tava) por ter ido hoje ao teu final, cá na terra.Tenho saudades de te fazer festinhas. De te dar mimimhos.Mas já vai longe.Mas não esqueço.Sempre gostei tanto de ti e agora também. Tenho um pedacinho - à séria - de ti comigo, para sempre.E tu próprio, para sempre, também.Um beijinho, Vô!
Hoje és mesmo só mais uma lembrança.Depois desta manhã, és mesmo só uma lembrança. Carinhosa, meiga, doce, preocupada comigo.Obrigada pela coragem que me deste (ou que me deram ou já cá tava) por ter ido hoje ao teu final, cá na terra.Tenho saudades de te fazer festinhas. De te dar mimimhos.Mas já vai longe.Mas não esqueço.Sempre gostei tanto de ti e agora também. Tenho um pedacinho - à séria - de ti comigo, para sempre.E tu próprio, para sempre, também.Um beijinho, Vô!
Um ano e meses, Mãe... sem ti.
Tempo26/05 00:43
"O tempo pergunta ao tempo quanto tempo o tempo tem. O tempo responde ao tempo, que o tempo tem tanto tempo, quanto o tempo o tempo tem."O tempo. Ele passa. Corre. Pula. Foge. Passa por mim sem sequer parecer uma brisa. Sem sequer parecer passar. Restam os cabelos ao vento, as árvores que balançam, as folhas que dançam, as ondas que gritam.E o tempo passa, sem eu dar conta.Sem me aperceber do que passa por mim.Da vida que passou por mim neste tempo todo.Tão pouco e demasiado.Com tantas e tão poucas coisas. Tão boas e tão más.Uma vida. A continuação e um princípio de uma vida.Tão efémero. Tão insípido. Tão nada. E ao mesmo tempo, tão tudo.É difícil perceber que passou tanto tempo.
É estúpido perceber que passou este tempo todo. Ou só este tempo pequenino.
Grande ou pequeno, continua a doer.
A queimar, a arder. a não fazer sentido.
E com um sentido tão óbvio e estranho. Tão certo e incoerente.
Continua-se. Pelo trilho. Pela estrada, pela terra, pelas pedras.
Com sorrisos, com lágrimas.
A alegria amedronta e arrepia.Assusta. Muito. Os mimos que me faltam.Os mimos que me chegam.Novos, velhos.Assustam, sobretudo os novos.Mas a vida é assim mesmo. Uma aventura. de olhos fechados. Quem sabe, não corre melhor.As incertezas, as tristezas, que já tanto estou habituada. Haverá um dia que serei feliz. Por toda eu.Porque sei que mereço, apesar de não ser nenhuma santa ou mártir.Apenas porque sou boa gente.E porque vos tenho do meu lado.Aliás, por cima de mim.E a torcer por mim.Apesar de tudo.Tudo acontece por alguma razão, eu sei.E cada vez mais tenho a certeza disso.Daí espere que tudo corra bem.Daí espere que resulte.Que, além de tudo, consiga alcançar aquilo que vocês sabem que quero.E a partir daí, ser feliz. Por inteiro.Fazes-me falta, Mãe.Muita. Muita, muita, muita.Um ano e meio. O tempo é lixado. Para não dizer asneiras.As saudades também.A minha vida nunca será a mesma sem ti - que frase óbvia.Mas é verdade. Sem ti, isto, é estranho e difícil.Nunca te esqueças de mim. Nem do nosso amor.Nem da nossa alegria. Nem dos nossos abraços e sorrisos. Nem sequer das lágrimas.Não te esqueças nunca de mim, Mãe.Não te esqueço, por um minuto que seja.Nem deste dia, há um ano e meio atrás. Da dor. De ti.Sempre, Mãe.Para ti"Amor, amor, amor, amor, amor presenteEm cada espiga desfolhada"Um beijinho ao Pai. Grande. Com saudades, muitas.E continuem a torcer por mim.Pela filha que tem os melhores Pais do mundo inteiro.
"O tempo pergunta ao tempo quanto tempo o tempo tem. O tempo responde ao tempo, que o tempo tem tanto tempo, quanto o tempo o tempo tem."O tempo. Ele passa. Corre. Pula. Foge. Passa por mim sem sequer parecer uma brisa. Sem sequer parecer passar. Restam os cabelos ao vento, as árvores que balançam, as folhas que dançam, as ondas que gritam.E o tempo passa, sem eu dar conta.Sem me aperceber do que passa por mim.Da vida que passou por mim neste tempo todo.Tão pouco e demasiado.Com tantas e tão poucas coisas. Tão boas e tão más.Uma vida. A continuação e um princípio de uma vida.Tão efémero. Tão insípido. Tão nada. E ao mesmo tempo, tão tudo.É difícil perceber que passou tanto tempo.
É estúpido perceber que passou este tempo todo. Ou só este tempo pequenino.
Grande ou pequeno, continua a doer.
A queimar, a arder. a não fazer sentido.
E com um sentido tão óbvio e estranho. Tão certo e incoerente.
Continua-se. Pelo trilho. Pela estrada, pela terra, pelas pedras.
Com sorrisos, com lágrimas.
A alegria amedronta e arrepia.Assusta. Muito. Os mimos que me faltam.Os mimos que me chegam.Novos, velhos.Assustam, sobretudo os novos.Mas a vida é assim mesmo. Uma aventura. de olhos fechados. Quem sabe, não corre melhor.As incertezas, as tristezas, que já tanto estou habituada. Haverá um dia que serei feliz. Por toda eu.Porque sei que mereço, apesar de não ser nenhuma santa ou mártir.Apenas porque sou boa gente.E porque vos tenho do meu lado.Aliás, por cima de mim.E a torcer por mim.Apesar de tudo.Tudo acontece por alguma razão, eu sei.E cada vez mais tenho a certeza disso.Daí espere que tudo corra bem.Daí espere que resulte.Que, além de tudo, consiga alcançar aquilo que vocês sabem que quero.E a partir daí, ser feliz. Por inteiro.Fazes-me falta, Mãe.Muita. Muita, muita, muita.Um ano e meio. O tempo é lixado. Para não dizer asneiras.As saudades também.A minha vida nunca será a mesma sem ti - que frase óbvia.Mas é verdade. Sem ti, isto, é estranho e difícil.Nunca te esqueças de mim. Nem do nosso amor.Nem da nossa alegria. Nem dos nossos abraços e sorrisos. Nem sequer das lágrimas.Não te esqueças nunca de mim, Mãe.Não te esqueço, por um minuto que seja.Nem deste dia, há um ano e meio atrás. Da dor. De ti.Sempre, Mãe.Para ti"Amor, amor, amor, amor, amor presenteEm cada espiga desfolhada"Um beijinho ao Pai. Grande. Com saudades, muitas.E continuem a torcer por mim.Pela filha que tem os melhores Pais do mundo inteiro.
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